Nova greve na TST a 13 de Julho

Plenário dos trabalhadores deverá provocar perturbações no serviços da TST. Em cima da mesa estão reivindicações salariais.

 

Os trabalhadores da Transportes Sul do Tejo (TST) voltam a parar na próxima terça-feira, dia 13 de Julho. Em causa estão uma vez mais os aumentos salariais reivindicados pelos motoristas da empresa, informou a Fectrans – Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações.

No dia de greve os trabalhadores irão realizar um plenário nas instalações da empresa, no Laranjeiro, o que poderá provocar “perturbações na realização dos serviços programados”, indicou a TST em comunicado.

 

Trata-se da quarta paralisação protagonizada pelos trabalhadores da TST este ano, que já realizaram plenários nos dias 20 de Maio, 9 e 11 de Junho.

Recorde-se que as reivindicações dos trabalhadores da TST se arrastam desde 2019, tendo ficado pendentes devido à pandemia de covid-19. Entretanto, também o novo concurso rodoviário tem motivado preocupação junto dos motoristas, que receiam que a diminuição da área geográfica abrangida pela TST coloque em risco a sua situação laboral, uma vez que a operadora vai concentrar a sua atividade nos concelhos de Almada, Seixal e Sesimbra.

Nos objetivos dos trabalhadores está um aumento salarial “para os 750 euros”, explicou recentemente João Saúde, dirigente sindical, recordando que a remurenação dos motoristas da TST é a “mais baixa” de toda a Área Metropolitana de Lisboa. De acordo com a Fectrans, a proposta foi apresentada à administração da empresa no passado dia 6 de Julho, que terá apontado dificuldades em acompanhar a mesma, com base na “atual capacidade financeira” da empresa e na “implementação da data do início da nova operação, que aguarda luz verde do tribunal de contas e do Governo”.

 

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2 Comentários

  • Julho 11, 2021 at 12:43 pm
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    Greves em tempo de pandemia. O vírus TST é que devia desaparecer da Margem Sul para sempre .

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  • Julho 13, 2021 at 9:16 pm
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    Apesar de estarem a lutar pelos seus direitos, é inadmissivel pois deveriam ter alternativas para que os passageiros possam ir para o local de trabalho. Nem todos os passageiros tem carro e também não têm dinheiro para o táxi. Muitos patrões também não pagam o táxi para os funcionários irem trabalhar.

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