TST em primeiro lugar no concurso rodoviário para Almada e Seixal

TST deverá concentrar a operação rodoviária nos concelhos de Almada, Seixal e Sesimbra, uma vez que não concorreu ao lote que inclui Setúbal.

 

A Transportes Sul do Tejo (TST) vai continuar a assegurar o serviço público rodoviário nos concelhos de Almada, Seixal e Sesimbra. A operadora, detida pela Arriva, foi a primeira classificada no lote 3 do concurso internacional lançado pela Área Metropolitana de Lisboa (AML), confirmou o ALMADENSE.

Atualmente responsável pelo serviço rodoviário em toda a península de Setúbal, a TST passará desta forma a concentrar operação apenas em Almada, Seixal e Sesimbra, uma vez que não concorreu ao lote 4, que engloba Setúbal, Palmela, Moita, Montijo e Alcochete. Esta zona passará a ser assegurada por um novo operador: Nex Continental (empresa do grupo que detém em Espanha a Alsa).

O relatório final elaborado pelo júri do megaconcurso já foi enviado a todos os operadores que apresentaram propostas, sendo que a decisão poderá ainda ser contestada pelos concorrentes.

 

Almada e Seixal com mais propostas

O lote que inclui Almada foi, de resto, aquele que recebeu maior número de propostas. Para além da TST, estavam na corrida também o grupo Cura (de Viana do Castelo), a Nex Continental e a A. Costa Reis & Filhos, do Grupo Espírito Santo. Segmentado em quatro lotes (dois na margem Norte do Tejo e dois na margem Sul), o concurso internacional gerido pela AML recebeu um total de sete propostas para aquisição do serviço rodoviário na Grande Lisboa.

Quanto ao lote 1 (concelhos de Amadora, Oeiras e Sintra), foi atribuído à Vimeca/Scotturb (única candidata), enquanto que o lote 2 (Mafra, Loures, Odivelas e Vila Franca de Xira), continuará a cargo da Rodoviária de Lisboa, também única concorrente.

Lançado no passado mês de Fevereiro, pelo valor total de 1,2 milhões de euros, o concurso prevê um aumento de mais de 40% na oferta rodoviária, quando se compara com a oferta existente antes da situação pandémica. Os novos operadores rodoviários da Grande Lisboa deverão estar no terreno até ao final de 2021, altura em que todos autocarros da região passam a circular sob uma marca única: Carris Metropolitana.

 

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