O Parque Urbano da Costa da Caparica recebe, a partir desta quinta feira, 13 de agosto, a 11.ª edição do festival O Sol da Caparica, que decorre até domingo, dia 16 de agosto, juntando vários artistas da música lusófona.
O cartaz deste ano inclui nomes como Sara Correia, Maiara & Maraisa, Orochi, Slow J, Papillon, Calema, João Pedro Pais, Nininho Vaz Maia, Deejay Telio, Mundo Segundo & Sam The Kid e Quim Barreiros.
A programação distribui-se por três espaços: o Palco Via Verde, o palco principal do recinto, o Palco Sagres, o palco secundário e ainda o Palco Jazzy, espaço dedicado à dança urbana.
Confira o alinhamento do palco principal do Sol da Caparica 2026:
13 de agosto
- Landrick (18h)
- Papillon (19h30)
- Sara Correia (21h)
- Maiara & Maraisa (22h30)
- Orochi (00h30)
14 de agosto
- Rich & Mendes (18h)
- João Pedro Pais (19h15)
- Calema (20h45)
- Mizzy Miles (22h45)
- Veigh (00h30)
15 de agosto
- Vizinhos (18h)
- Mundo Segundo & Sam The Kid (19h15)
- Nininho Vaz Maia (20h45)
- Kevinho (22h30)
- Deejay Telio (00h15)
16 de agosto
- Quim Barreiros (18h)
- Átoa (19h30)
- MC Paiva (21h)
- Slow J (22h30)
- Lon3r Johny (00h30)
Festival arranca com medidas para poupar água
A edição deste ano decorre num contexto particularmente sensível para o concelho de Almada, na sequência dos problemas registados nas últimas semanas no abastecimento de água. Recorde-se que a Costa da Caparica foi uma das áreas mais afetadas, com a pressão sobre a rede a manter-se durante o período de verão.
Para mitigar a situação, a organização preparou medidas para reduzir o consumo de água durante os quatro dias do festival. Com a Situação de Alerta devido à situação da água em vigor no concelho até 31 de agosto, a organização reforçou este ano as medidas de sustentabilidade do festival. “Desde que começámos a organizar O Sol da Caparica que tentámos deixar hábitos de sustentabilidade”, afirmou André Sardet, diretor artístico do festival, à agência Lusa, argumentando que o evento não contribui para a rutura no consumo de água. De acordo com o responsável, o evento consome geralmente 700 metros cúbicos na totalidade dos quatro dias, grande parte destinados à rega do parque urbano, que neste momento está desligada.
Para reduzir o consumo da rede pública, a organização vai recorrer a água não potável para o enchimento dos lastros das estruturas, aumentar o número de sanitários químicos e instalar redutores de caudal. Os pontos de distribuição gratuita de água serão também ajustados e monitorizados, de forma a evitar desperdícios sem comprometer o acesso do público a água potável.
Por sua vez, a presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros, defendeu também, em declarações à TSF, a realização do festival, garantindo que “O Sol da Caparica não vai comprometer o abastecimento de água”. Para a autarca, o consumo associado ao evento é reduzido quando comparado com o consumo habitual da população.
Maiara & Maraisa, Mizzy Miles, Deejay Telio e Lon3r Johny reforçam cartaz do Sol da Caparica 2026





