Maria Manuel e José Lemos regressaram a um apartamento parcialmente danificado pela queda de uma rocha, enquanto José Barros continua sem respostas sobre a casa da mãe, soterrada após o desabamento da arriba fóssil. Quase três meses depois das tempestades, entre os moradores da Costa da Caparica afetados pelas intempéries persiste uma sensação de receio, incerteza e abandono.
Ao longo dia, os mais de 5 mil estudantes do ensino secundário puderam explorar o campus, assistir a demonstrações e, ainda, conversar com estudantes e docentes da faculdade.
Situadas em área classificada como REN, casas foram consideradas pela autarquia como “construções ilegais e sem possibilidade de legalização”. Famílias que ali residiam continuam sem saber o que lhes reserva o futuro.