TST repõe carreiras entre a margem sul e a Gare do Oriente

Transportadora vai repor as carreiras entre a margem sul e Lisboa que circulam via ponte Vasco da Gama a partir da próxima segunda-feira. Serviço via ponte 25 de Abril continua suspenso.

 

A Transportes Sul do Tejo (TST) vai retomar a partir da próxima segunda-feira, dia 4 de Maio, todas as carreiras que garantem o serviço entre a margem sul e Lisboa através da ponte Vasco da Gama. Segundo indicou a empresa ao ALMADENSE, em causa estão as carreiras 333, 431, 432, 435, 453, 562, 562 e 565, que asseguram a ligação entre várias localidades na margem sul e a Estação do Oriente, em Lisboa.

As carreiras tinham sido suprimidas no passado dia 9 de Abril, quando a transportadora avançou para um lay-off que afetou cerca de metade dos 1050 trabalhadores da empresa. A reposição vai implicar o regresso ao trabalho de alguns dos motoristas cujo contrato estava suspenso.

Quanto às carreiras que asseguram a ligação entre as duas margem do rio Tejo através da ponte 25 de Abril, não está ainda prevista a sua reposição, embora a empresa esteja a acompanhar diariamente a evolução da procura.

Adicionalmente, a transportadora vai ainda retomar três carreiras (302, 326 e 416) que haviam sido suprimidas, sendo que mantém a oferta do serviço que assegura a ligação aos terminais fluviais (Transtejo e Soflusa) e ferroviários (Fertagus).

No início desta semana, a TST reforçou os horários de outras 14 carreiras, onde se tinha verificado “uma maior procura”, informou então a empresa, detida pela Arriva.

 

TST não vai efetuar vendas a bordo

Embora a entrada nos autocarros passe a ser feita pela porta dianteira, os motoristas da TST não vão efetuar vendas a bordo, informa a empresa. Desta forma, os clientes terão que adquirir os títulos de transporte antes de viajar.

Recorde-se que a partir do mês de Maio volta a ser obrigatório validar o título em todos os transportes públicos da grande Lisboa. A medida tem em vista uma “gradual normalização da oferta do serviço público de transporte rodoviário” indicou a Área Metropolitana de Lisboa, argumentando que estão “garantidas as devidas medidas de segurança e proteção”.

 

“Transportes públicos não podem ser foco de insegurança”

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