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Almada

Festival “É Proibido Proibir” traz filosofia e reflexão ao Solar dos Zagallos, na Sobreda

António Zambujo, Zita Martins e Nuno Artur Silva e Hugo Van der Ding são alguns dos convidados para dois dias de conversas, cultura, ciência e humor no Solar dos Zagallos. A entrada é livre.

 

O Solar dos Zagallos, na Sobreda, vai acolher um encontro inédito que cruza filosofia, ciência, arte e humor. O novo festival intitula-se “É Proibido Proibir” e decorre nos dias 24 e 25 de outubro, convidando o público à escuta, à dúvida e à reflexão.

“A expressão tem mais de 50 anos mas nunca teve tanta necessidade de ser lembrada como agora”, sublinha a Câmara Municipal de Almada, que organiza o evento, na sinopse do mesmo. Inspirado na expressão que marcou as lutas pela liberdade de pensamento e de criação, o evento propõe-se a revisitá-la à luz dos desafios do presente.

O festival junta personalidades da cultura, da ciência e do pensamento contemporâneo em quatro mesas de debate que prometem provocar, inspirar o público.

A abertura acontece na sexta-feira, dia 24, às 21h30, com António Zambujo e João Monge, que vão questionar se “A cantiga ainda é uma arma?”. Entre letras, melodias e memórias, os dois criadores exploram o poder transformador da música e o papel da canção como forma de resistência e intervenção social.

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O sábado, 25 de outubro, traz três mesas de debate. Às 17h, a astrónoma Zita Martins e o historiador António Araújo refletem sobre o tema “Proibir o futuro a olhar para o passado?”, num diálogo entre a herança histórica e o avanço tecnológico, com uma interrogação central: há limites éticos ou civilizacionais para o futuro que estamos a construir?

Segue-se, às 19h, o debate “Ciências exatas, artes humanas”, com o cientista David Marçal e o programador cultural Rodrigo Francisco. Juntos, vão refletir sobre os pontos de contacto entre razão e criação, objetividade e subjetividade.

O encerramento, às 21h30, traz o humor ao centro da reflexão, com Nuno Artur Silva, Hugo Van der Ding e Inês de Medeiros, presidente da Câmara de Almada, a discutirem sobre Humor e sátira – pode-se?”. Num tempo em que a linguagem é policiada e o riso parece sob vigilância, a conversa promete ser oportuna e necessária.

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