Documento foi aprovado na reunião de Câmara realizada esta segunda-feira, dia 26 de janeiro.
Os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Almada (SMAS) apresentaram um orçamento de 39,8 milhões de euros para 2026, valor que, de acordo com o novo presidente do Conselho de Administração, Luís Palma (CDU), garante “o equilíbrio financeiro”.
O plano prevê uma receita de 39,8 milhões de euros e uma despesa total no mesmo valor, dividida entre 31,6 milhões de euros de despesa corrente e cerca de 7 milhões de euros de investimento, que serão destinados à “requalificação das infraestruturas” de água e saneamento e à “melhoria da eficácia energética”.
Luís Palma explicou que o objetivo global passa por “melhorar as condições funcionais dos sistemas de abastecimento de água, drenagem e tratamento de águas residuais, reduzir perdas de água, aumentar a resiliência das redes e promover a reutilização das águas residuais”.
Entre as medidas previstas destaca-se a realização de um novo furo de captação na Aroeira, bem como a valorização do Museu da Água enquanto espaço educativo e cultural procurado por turistas, escolas e residentes.
Durante a discussão do orçamento, Nuno Mendes, vereador do Chega, lembrou as “múltiplas falhas que houve ao longo de 2025, nomeadamente na Costa da Caparica e na Charneca”, esperando que o programa resolva definitivamente estes problemas. O autarca destacou que os almadenses “não podem estar a pagar por um serviço ineficiente”. Já Paulo Sabino, do PSD, criticou o aumento do preço da água, afirmando que o Executivo “insistiu em aumentar as taxas, mas não se vê retorno para as pessoas”.




