Reabertura dos acessos rodoviários e reposição dos transportes públicos permitiram o regresso de 74 famílias à localidade. Já os moradores da Azinhaga dos Formozinhos, não poderão regressar.
Ministro Leitão Amaro justificou a exclusão de Almada da lista de concelhos em situação de calamidade com o facto do município ter um vasto território "em que o nível de afetação não é o mesmo”.
Situadas em área classificada como REN, casas foram consideradas pela autarquia como “construções ilegais e sem possibilidade de legalização”. Famílias que ali residiam continuam sem saber o que lhes reserva o futuro.
Intervenção visa garantir o regresso das famílias em segurança e a retoma da atividade económica. Autarquia admite que ainda não é possível definir um prazo para a conclusão dos trabalhos.
Os recentes fenómenos meteorológicos extremos trouxeram para o centro do debate as fragilidades do concelho de Almada perante este tipo de ocorrências. O sinal mais visível foi a sucessão de derrocadas nas arribas, mas os impactos não ficaram por aí: as tempestades agravaram a erosão costeira e aceleraram a perda de resiliência das praias da Costa da Caparica.
Inês de Medeiros pede “medidas governamentais excecionais que assegurem soluções definitivas de habitação" para os moradores forçados a abandonar as suas habitações.
Desde o início dos episódios de instabilidade das arribas provocados pelas sucessivas tempestades, um total de 476 pessoas foram retiradas das suas habitações no concelho de Almada. Deste conjunto, 225 foram alojadas com o apoio da autarquia, informou a agência Lusa.
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Derrocada deixou soterradas três casas cujos moradores já tinham sido retirados pelas autoridades.
Um novo deslizamento de terras ocorrido na madrugada desta terça-feira, dia 17 de fevereiro, na Costa da Caparica, deixou três habitações soterradas e levou à retirada preventiva de 30 moradores de edifícios vizinhos, informou a Proteção Civil.
De acordo com o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Península de Setúbal, citado...
Autarquia já realojou cerca de 230 pessoas, admitindo que em muitos casos “não será possível regressar às habitações”.
A Câmara Municipal de Almada vai criar uma “task force municipal” destinada a acompanhar os efeitos das recentes tempestades no concelho, bem como preparar as reparações necessárias e antecipar situações futuras.
A medida, anunciada esta segunda-feira, dia 16 de fevereiro, em reunião camarária, surge na sequência dos danos...
Autarquia sublinha a necessidade de uma resposta prolongada para a arriba da Costa de Caparica.
A Câmara de Almada está a ultimar um pedido a enviar ao Governo para que seja decretada a situação de calamidade no concelho, anunciou esta sexta-feira, 13 de fevereiro, a presidente da autarquia, Inês de Medeiros, sublinhando a necessidade de uma resposta estrutural e duradoura para a arriba da Costa...
Autarquia de Almada assegurou o realojamento de 160 dos moradores retirados do Porto Brandão.
Um total de 400 pessoas foram evacuadas do Porto Brandão, em Almada, na sequência do risco de deslizamento de terras. A informação foi avançada no final da tarde de quarta-feira, dia 11 de fevereiro pelo comandante nacional da Proteção Civil, Mário Silvestre, que explicou, em conferência de imprensa, que a entidade...
Risco de nova decorrada nas arribas motivou a decisão de retirada dos moradores, não sendo ainda conhecido o número de pessoas afetadas. Transporte fluvial foi suspenso.
A localidade de Porto Brandão, no concelho de Almada, encontra-se esta quarta-feira, dia 11 de fevereiro, a ser alvo de um processo de evacuação total, devido ao agravamento do risco de deslizamento de terras nas arribas.
Neste momento, a situação...