Trabalhadores da Wemob convocam paralisação

Reivindicações dos trabalhadores da Wemob passam por aumentos salariais, regulamentação das carreiras e melhores condições de trabalho.

 

Os trabalhadores da Wemob (antiga Ecalma) vão avançar para três paralisações de uma hora nos dias 24, 25 e 26 de março para reclamar aumentos salariais, regulamentação das carreiras e melhores condições de trabalho, informou a Comissão Sindical do STAL em Almada.

“Um trabalhador com 15 anos de casa ganha o mesmo que alguém que entra hoje. É inadmissível”, aponta ao ALMADENSE fonte do sindicato, que acusa a empresa de mobilidade de Almada de negar aumentos salariais e pede a reposição do poder de compra perdido na última década.

 

Além disso, também os pedidos de melhores condições de trabalho se encontram no centro das reivindicações . “Os trabalhadores, nomeadamente da fiscalização, manutenção de instalações e de parquímetros não têm local digno para se fardarem, desfardarem e tomar banho. Estão metidos numa vivenda improvisada sem condições apesar de promessas sucessivas”, explica a mesma fonte, que lamenta ainda a “insegurança no desbloqueio de veículos”, bem como a “inexistência de desinfeção de espaços e veículos”.

Finalmente, o sindicato aponta também a “desresponsabilização” da Câmara Municipal de Almada no que diz respeito à gestão da empresa de mobilidade: “saiu do Conselho de Administração e, em simultâneo, diminuiu drasticamente as transferências estabelecidas em sede de contrato programa, aumentando a dependência das coimas no que a receita diz respeito”. Na opinião do STAL, o “Executivo não se pode distanciar” da Wemob, uma vez que se trata de “uma empresa pública”, que deve ser gerida como “serviço público e não na lógica privada”, argumentam.

 

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