A nova ligação fluvial que vai ligar a Trafaria a Pedrouços/Algés começa a operar esta quinta-feira, dia 9 de julho. O início deste serviço, que vai passar também no Porto Brandão, foi anunciado pela Transtejo/Soflusa em comunicado.
O novo percurso surge para “reforçar a oferta de transporte público numa altura de elevada procura”, disponibilizando aos passageiros “uma alternativa cómoda, eficiente e sustentável” para as deslocações entre as duas margens do Tejo e para o acesso à zona de Pedrouços/Algés, explica a Transtejo na mesma nota.
A nova ligação coincide com o arranque do festival NOS Alive e será assegurada diariamente, numa fase experimental com a duração de seis meses.
Segundo o comunicado, o prolongamento da ligação pretende ainda “captar novos utilizadores para o transporte fluvial” e reforçar a atratividade deste modo de transporte “enquanto solução de mobilidade sustentável”, contribuindo para uma maior utilização do transporte público.
A empresa adianta que a concretização desta nova ligação resultou da colaboração entre a TTSL, as câmaras municipais de Lisboa e de Oeiras e a Administração do Porto de Lisboa, permitindo criar uma nova oferta de transporte “num curto espaço de tempo”.
Citado no comunicado, o presidente da TTSL, Rui Rei, recorda que “desde 1997, com a inauguração da ligação regular ao Seixal, que a TTSL não criava uma ligação fluvial”. Para o responsável, este novo percurso “representa muito mais do que uma extensão da rede”, simbolizando “o nosso compromisso com o futuro da mobilidade”, através de um transporte público “mais próximo das pessoas, mais eficiente e cada vez mais sustentável”.
De acordo com a TTSL, a nova ligação constitui “um marco na expansão da rede fluvial” da empresa e reforça o compromisso com “uma mobilidade integrada, sustentável e capaz de responder às necessidades crescentes da Área Metropolitana de Lisboa”. A ligação entre a Trafaria e Pedrouços/Algés funcionará, numa primeira fase, em regime experimental, durante seis meses, período após o qual será avaliada.
Texto: Marta Rodrigues





