Autocarros turísticos reforçam transporte público na margem sul

35 autocarros turísticos vão reforçar o serviço da Fertagus e Metro Transportes do Sul. Programa pretende aliviar a pressão nos transportes públicos e terá a duração de três meses.

 

O serviço da Fertagus e da Metro Transportes do Sul (MTS) será reforçado a partir de quarta-feira, dia 25 de Novembro. A operação será feita com recurso à contratação de veículos que prestavam serviço de transporte turístico, informou a Área Metropolitana de Lisboa (AML).

O reforço da capacidade de transporte público acontece nos dias úteis e prolonga-se até 25 de feveiro de 2021, com o objetivo de aliviar a pressão de procura e garantir os limites de lotação dos veículos motivados pelo atual cenário pandémico.

Para o reforço da Fertagus serão alocadas 13 viaturas, que farão o percurso entre o Pragal, em Almada, e Entrecampos, em Lisboa, no horário de maior pressão da manhã: entre as 6h20 e as 8h20. O percurso inverso (Entrecampos/Pragal) será reforçado entre as 17h20 e as 18h10 da tarde, enquanto que o percurso Entrecampos/Setúbal terá um aumento do serviço entre as 17h15 e as 17h30. Pode consultar os horários nesta página.

Quanto à Metro Transportes do Sul (MTS), irá contar com o apoio de 22 autocarros, que farão os percursos Cacilhas/Laranjeiro entre as 7h20 e as 8h10. Já o trajeto Universidade/Pragal será reforçado entre as 16h30 e 18h10 e o percurso entre o Pragal e a Universidade entre as 7h20 e as 8h10.

Outras 36 viaturas de variados operadores rodoviários serão alocadas ao reforço do transporte público assegurado pela CP e pelo Metropolitano de Lisboa. No seu conjunto, o reforço da oferta representa um custo de 750 mil euros e é fruto de um acordo realizado entre a AML e o Fundo Ambiental.

O programa de reforço de oferta dos transportes públicos urbanos e suburbanos nas áreas metropolitanas “surge como mais uma resposta à emergência de saúde pública, que exige a aplicação de medidas extraordinárias, de carácter urgente, que visem limitar a proliferação da pandemia de Covid-19”, sublinhou a AML, em comunicado.

 

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