No dia 24 de junho, às 19h, o Museu de Almada – Casa da Cidade inaugura a exposição “É um amor que não se explica – Marchas Populares de Almada 1994 – 2025”, exposição que destaca as 30 edições das Marchas Populares de Almada.
A mostra revela como esta tradição se tornou numa das principais expressões da cultura popular do concelho. Durante três décadas, as marchas reuniram memórias, imagens e elementos representativos que mobilizam coletividades, associações e centenas de participantes todos os anos.
No Museu de Almada – Casa da Cidade, o núcleo principal da exposição vai ficar acessível ao público e vai incluir os trajes da 30.ª edição das Marchas Populares de Almada. Além disso, a iniciativa vai estender-se por vários pontos do concelho com uma exposição descentralizada. Também vai ter conteúdos digitais que o público pode aceder através de QR code.
De acordo com a Câmara Municipal de Almada, as marchas representam “a alma de um concelho que, há décadas, transforma a rua em palco e a tradição em festejo”. Por isso, a exposição quer destacar o trabalho de todos os que ajudaram a construir esta tradição desde 1994, como marchantes, músicos, ensaiadores, costureiras e dirigentes associativos.
O título da exposição, “É um amor que não se explica”, é uma homenagem ao envolvimento das comunidades locais nas Marchas Populares de Almada. A exposição destaca o papel importante que as marchas têm desempenhado na preservação e renovação das tradições populares do concelho.
A inauguração da exposição está marcada para as 19h do dia 24 de junho no Museu de Almada-Casa da Cidade, podendo ser visitada até ao dia 2 de agosto.
Texto: Marta Rodrigues



