A Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea, em Almada Velha, apresenta duas novas exposições que assinalam o 25.º aniversário de O Chão das Artes – Jardim Botânico, celebrando «um percurso de exploração da ligação entre a Arte e a Ciência», refere a nota de apresentação.
Até 30 de dezembro, o público pode visitar “Do Jardim: matérias-primas e materiais d’O Chão das Artes”, enquanto, até 27 de setembro, estará patente “Echoes of Whispers, plim plim”, uma instalação da artista Adriana Proganó.
Localizada na Estufa do Jardim do Botânico, a exposição “Do Jardim: matérias-primas e materiais d’O Chão das Artes” cruza conhecimentos científicos, práticas ancestrais e experiências oficinais. Os visitantes podem ficar a conhecer “as matérias-primas extraídas das plantas das coleção – corantes, gomas, óleos e fibras – e as suas diferentes aplicações me tintas, papéis e papiros, tecidos e fios tingidos, bem como resultados de diversas técnicas de impressão botânica”, lê-se ainda.
Já a instalação “Echoes of Whispers, plim plim”, localizada no Pomar das Gomas, também inserido no Jardim Botânico, procura, através de três esculturas figurativas, combinar escultura e som, além de explorar a relação entre corpo e escuta.
Os visitantes são convidados “a perceber sonoridades provenientes de lugares inusitados, expandindo a sua dimensão da escuta, proveniente do solo”, pode ler-se na nota de divulgação da exposição.
Da autoria de Adriana Progranó, vencedora dos Prémios Jovens Artistas EDP 201, a exposição reflete normas e estruturas estabelecidas, através da criação de personagens e objetos que transitam por territórios diferentes.
A Casa da Cerca está aberta de segunda a domingo, entre as 10h15 e as 20h (horário de verão), encerrando aos feriados.
Biblioteca de Almada lança curso sobre budismo e pensamento português




