Caparica e Trafaria recebem encontro entre arte e tecnologia no “Festival Periphera”

Segunda edição do evento acontece de 14 a 16 de novembro com entrada gratuita.

 

O Convento dos Capuchos e vários espaços da Trafaria preparam-se para receber a segunda edição do Festival Periphera, um evento que une arte e tecnologia, entre os dias 14 e 16 de novembro. A iniciativa propõe uma reflexão sobre as interseções entre criação artística e inovação tecnológica, promovendo a criatividade, a inclusão e a participação comunitária. A participação em todas as atividades é gratuita.

Durante os três dias do festival, o público é convidado a participar em diversas propostas artísticas que “refletem sobre a tecnologia e o seu impacto transformador, incluindo as suas repercussões sociais”, destaca a organização em comunicado de imprensa.

O Convento dos Capuchos, a Sociedade Musical Trafariense, o antigo Presídio e outros espaços na zona da Trafaria serão palco de performances, palestras, workshops, showcases de projetos e experiências imersivas. Segundo a organização, o objetivo é “despertar a criatividade e proporcionar momentos únicos de interação, estimulando a imaginação e a perceção do mundo tecnológico de forma sensível e envolvente”.

Para facilitar a deslocação entre os dois polos do festival, haverá transporte gratuito a cada 30 minutos, com partida na Praceta Porto de Lisboa, junto ao Terminal Fluvial da Trafaria.

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Na sexta-feira, 14 de novembro, dia em que arranca o “Festival Periphera”, tem lugar a abertura de uma exposição com os resultados da residência e dos artistas convidados, que pode ser visitada durante os três dias do evento. De seguida, decorre o workshop “Toxicidade 101” de Inês Tartaruga Água, com início agendado para as 13h na Biblioteca da Trafaria.

O resto do primeiro dia do festival conta ainda com “Conversas com Freddie Hong, Ana Teresa Vicente e Niklas Roy & Kati” (nos Capuchos às 14 h), e com a inauguração do mural no Centro Social da Trafaria (16h30) que contempla um lanche. A abertura oficial do festival acontece pelas 19h, com cocktail, seguido das performances “Deep Waters” e “Atmospheric Metabolism” a partir das 20h na Sociedade Recreativa Musical da Trafaria.

O workshop “Laboratório Náutico” abre o segundo dia do festival no antigo Presídio da Trafaria, pelas 11h. Na noite de 15 de novembro, destaque ainda para três performances na Sociedade Recreativa Musical Trafariense.

O workshop “Sessões de Audição Subaquática” realiza-se no sábado e no domingo e convida os participantes a explorar as profundezas dos ambientes aquáticos, descobrindo as paisagens sonoras ocultas da vida marinha. A atividade divide-se em duas sessões: uma a bordo de um barco no Rio Tejo, com embarque e desembarque na Doca de Belém, às 11h, e outra em terra, na Trafaria, também às 11h.

No domingo, 16 de novembro, data que marca o fim da segunda edição do “Festival Periphera” decorre a performance “Manuel de Resistência para 2050” e o debate “Resistências à vigilância tecnológica da arte”. Pelas 16h, tem lugar a cerimónia de encerramento, com um concerto de Sara Wual Barros no Convento dos Capuchos.

O evento é uma iniciativa da Plataforma NOVA IAT – Instituto de Arte e Tec­nologia, da Universidade NOVA de Lisboa, em parceria com a Câmara Municipal de Almada. Para mais informações sobre o festival Periphera, consulte o site oficial.

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