Terminou este sábado, dia 13 de dezembro, a exposição “O Som é o Monumento”, que trouxe visitantes às antigas piscinas de São Paulo, em Almada Velha, fechadas desde 2012. O espaço, devoluto há mais de uma década, serviu de cenário a uma exposição que refletiu sobre a memória histórica do passado colonial em Angola, a partir do trabalho do artista angolano Kiluanji Kia Henda. Entre cartazes de grandes dimensões e uma instalação sonora instalada no centro da piscina principal, a mostra ocupou temporariamente um lugar marcado pelo abandono. Esta fotogaleria regista o contraste entre a intervenção artística e o estado atual de um espaço que continua sem uso regular na cidade. Confira as imagens.
Profundamente perturbante. Um cenário como se Portugal/Almada estivesse em guerra… Gosto de arte, mas parece muito grotesca a falta de sensibilidade (não só da Câmara Municipal) mas também do(dos) artista(s) para o óbvio da situação, o abandono de tão importante equipamento para o desenvolvimento humano a ponto de o aproveitar para algo completamente fora do seu propósito inicial. Um investimento importante (e caro) para um fim muito nobre e importante completamente adulterado. É preocupante e revela a fala de sentido de serviço público do poder local em Almada.
Não tive conhecimento desta exposição. Tenho pena de não ter visto ao vivo.
Bom trabalho jornalístico, Maria João!
Obrigada.
Obrigada 🙂