Clube Desportivo Cova da Piedade vai ter uma nova academia

Iniciativa nasce de uma parceira entre o Clube, a Câmara Municipal de Almada e um investidor privado. Projeto inclui a renovação do estádio atual, a construção de dois campos com medidas oficiais e também uma infraestrutura para as restantes modalidades totalmente nova. 

 

O Clube Desportivo Cova da Piedade vai dispor de novas instalações, adaptadas para diversas modalidades. A informação foi avançada ao ALMADENSE por Paulo Veiga presidente do clube. O projeto inclui a renovação das infraestruturas atuais e a criação de uma academia para atletas e profissionais.

Como parte da renovação do espaço atual, o Estádio Municipal José Martins Vieira vai sofrer alterações e serão criados mais dois campos de futebol com medidas oficiais. “Somos um clube de formação, como tal precisamos de uma academia”, afirmou Paulo Veiga, em entrevista que será publicada em breve no ALMADENSE.

A obra nasce da união entre o clube, a Câmara Municipal de Almada e um investidor privado, que tencionam realizar o plano com o objetivo de “elevar o clube para outro patamar”, afirmou o presidente do clube. Quando questionado sobre o valor do projeto, assim como a identidade do investidor privado, o presidente optou por não adiantar mais informação.

O novos campos também deverão ser aberto a todos. “Queremos que os jovens possam usar o espaço, mesmo que não vistam as cores do Cova da Piedade. Estamos ansiosos pelo projeto, é este o nosso sonho”, revelou.  

Além das novas infraestruturas, o terreno também vai ser reorganizado, para melhor preparar o clube para entradas e saídas  —tanto de fãs, claques e visitantes— nomeadamente com a criação de um parque de estacionamento. “Com a nova infraestrutura, quando os autocarros chegarem já temos onde os deixar, não fica uma confusão na entrada”, conta Paulo Veiga. 

O dirigente também admitiu que tem sido desafiante manter o clube nas competições nacionais. “Continuamos a alugar alguns campos para podermos participar, mas começa a ser complicado, é importante que este projeto avance” disse Paulo Veiga, reconhecendo que a instabilidade financeira deriva não só dos custos de manutenção, mas também do litigio com a SAD, que vê o CDCP a reivindicar valores financeiros em falta desde o inicio do acordo. 

 

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