Almada. Troço final da rua Capitão Leitão vai ser pedonal

Município vai fechar ao trânsito um troço da emblemática rua Capitão Leitão, com o objetivo de “trazer mais pessoas” à zona histórica de Almada. 

 

A Câmara Municipal de Almada vai avançar com a pedonalização da histórica rua Capitão Leitão, em Almada Velha, através do encerramento ao trânsito automóvel do troço entre a rua Sociedade Filarmónica Incrível Almadense e o edifício dos Paços do Concelho.

A informação foi avançada durante a última reunião camarária realizada a 15 de janeiro e confirmada ao ALMADENSE pelo vereador com o pelouro da rede viária, Miguel Salvado.

 

“A Câmara está neste momento a ultimar os procedimentos para começar a pedonalização” daquele  troço, afirmou o autarca, acrescentando que a pedonalização é uma “oportunidade para trazer mais pessoas” àquela “importantíssima zona da cidade de Almada”.

O encerramento ao trânsito daquela parte da rua é, de resto, há vários anos uma aspiração de muitos comerciantes e moradores da zona, que esperam que a área possa ser dinamizada, à semelhança do que acontece com a rua Cândido dos Reis, em Cacilhas.

O objetivo é “valorizar o comércio, apostando muito na valorização das lojas históricas e daquilo que é a identidade daquela zona”, defendeu, por sua vez, o vice-presidente da autarquia, João Couvaneiro durante a reunião de Câmara. Para o responsável, a intervenção prevista para a Capitão Leitão, próxima a locais de interesse como a Casa da Cerca ou o elevador da Boca do Vento, irá fomentar a “promoção da restauração e de um turismo sustentável, aliado à utilização de modos de mobilidade suave”.

O projeto, que deverá avançar nas próximas semanas, vai representar algumas alterações de trânsito nas ruas adjacentes, nomeadamente na rua Sociedade Filarmónica Incrível Almadense, que verá o sentido de trânsito invertido.

 

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3 Comentários

  • Fevereiro 23, 2021 at 6:58 pm
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    O facto do hospital Garcia de Orta ter inúmeras ambulâncias nas urgências deve-se ao facto das unidades de saúde enviarem todas as pessoas para o hospital.
    Tive um familiar com 85anos uma tromboflobite era só medicar e enviaram para o hospital estou a falar do centro rainha d. Leonor o médico nem sequer consultou viu que era um idoso e reencaminhou logo de imediato para o hospital.
    Foi o que fizeram no hospital unicamente medicaram.
    Por este e outros casos iguais é que as urgências ficam num estado ladtimavel

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  • Fevereiro 25, 2021 at 1:49 pm
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    “trazer mais pessoas” à zona histórica de Almada ”

    Mas, quem é que vai para a zona histórica da cidade ?
    A mesma, está vazia, está nua, não se ouve uma ave sequer.
    O Parque da Paz está ao abandono, nota-se, não existe mão de obra.
    É gastar dinheiro onde ele não é preciso, agora é se lembraram da Rua Direita” pedonal “.
    O modelo ” Gingal ” está na gaveta, no papel, quem vem da capital é uma vergonha ver a margem sul.
    A Lisnave, na gaveta está, papel esse, só lá para 2040.
    Dedique-se sim ao Seminário, o que faz ali aquele mastóideo ?
    Não dava bem um núcleo de zonas residenciais, condomínios, virado para o Tejo ?
    E mais, não digo..

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  • Março 4, 2021 at 2:46 pm
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    Realmente este senhor vereador não deve morar em Almada, ou então é cego, não ouve e ainda tem falta de olfacto. Basta o senhor vir morar para a Ramiro Ferrão com vista para a Avenida Bento Gonçalves, para ver o lindo arranjo que fizeram nesta rua para evitar trânsito em cima do passeio. Deviam era de ter procurado que as pessoas que aí residem tivessem acesso prioritário às suas casas, p.e. quando se vai às compras onde se estaciona? quando vêm ambulâncias onde estacionam? quando há obras nos prédios ou mudanças onde estacionam as viaturas? Em frente de cada prédio com 18 habitações t3, existem 4 lugares para estacionar!!!! Estamos a brincar com a população que cada vez está mais velha, qualquer dia com tudo a ficar mais velho os 4 lugares são só para deficientes e não chegam…os restantes estacionam na faixa de rodagem…
    E quem fiscaliza o trânsito na zona? Carros e motas andam a fazer corridas, a qualquer hora da noite há aceleras e businadelas, vai-se à janela e só cheira a gasolina queimada. Grande treta de »zona nobre»!
    Vai-se por Almada fora e só se vê carros em cima dos passeios, ou parados nas faixas de rodagem ou onde antigamente o trânsito era interdito (p.e. Praça S. João Batista), mesmo ao lado das esplanadas a gazearem quem por lá poisa. Isto é que é qualidade ambiental. Por isso poucos param nesta terra, quase não há esplanadas onde se possa descansar o espírito e os pulmões, e agora até vão abrir o trânsito na rua da Olivença por causa do comércio. Qual?

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